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segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Um desafio de Paul Arden


Em seu livro “Tudo o que você pensa, pense ao contrário”, entre outras saborosas provocações, Paul Arden, relembrando um case “fora da caixa”, propõe um desafio:
Qual slogan você escolheria para o Victoria & Albert Museum?
E aí segue o briefing by Paul Arden:

Você é o presidente, diretor executivo, curador ou membro da junta do Victoria & Albert Museum. Quer ter mais movimento no museu e quer que a publicidade o ajude nisso. Apresentam-lhe os seguintes slogans:


Victoria & Albert Museum
O museu das artes

Victoria & Albert Museum
A arte do museu

O novo V&A


Victoria & Albert Museum
Aqui não cabe arte velha e chata

Victoria & Albert Museum
Um café de primeira com um simpático museu anexo

Continua Arden: Num museu, a primeira pergunta é sempre “Onde fica o banheiro?”. A segunda é: “Onde fica o café?”. Uma xícara de café e uma fatia de bolo podem ser um atrativo maior do que toda a coleção do V&A.
Uma visita a um museu é um passeio. Deve ser divertida, bem como instrutiva.
Os curadores têm de preservar a arte e os diretores estão lá para servir ao público, aos curadores e a si mesmos.
Então, coloque-se na posição deles. Que frase você vai escolher? Uma que seja eficaz junto ao público ou uma que preserve a dignidade do Victoria & Albert Museum?

Volte às opções de slogan acima e escolha a sua ou crie outra. No próximo post eu mostro qual foi a opção escolhida pelo V&A.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Desafio Hipotético 12

Normalmente a gente recebe o briefing e faz a promoção a partir dele. Hoje, vamos inverter aqui o negócio.

A ação é: compre 4 caixas de picolé Kibon da Hello Kitty e troque por um baldinho de praia (fofo de tudo!). Tentei tirar uma foto decente, mas só consegui tirar uma foto tosquêra, pra variar:


(de ciminha e de frentinha)

Posto de troca: de repente, sem pré-divulgação para o consumidor final, a promotora chega na padaria e monta um balcãozinho decorado.

Outro dia, a promotora chegou no PDV com 7 caixas de picolé e 1 baldinho. Ou seja: 3 a mais e prevendo uma só troca.

Mesmo depois de trocar o único baldinho, ela permaneceu na padoca por mais um tempão, explicando a quem quisesse trocar picolés por baldinhos que não tinha o baldinho... e nem picolés o suficiente.

Que diabos aconteceu?

Qual foi o briefing dessa ação?

Ok, considerando que o briefing foi ignorado e/porque, no decorrer do desenvolvimento da ação, tudo foi dando errado e sendo remendado, até chegar nesse formato lusitano (que muito me perdoem os portugueses pela comparação), como se arruma uma mecânica dessas no meio do processo?

Você mexeria nas quantidades? Tipo menos produto por baldinho? Mas aí deve ser provavelmente um problema de custo: é preciso 4 caixas para inteirar um baldinho. Então, você trocaria a mecânica por um self-paid? Assim podem ser comprados menos produto e, por uma graninha a mais, o consumidor compra o brinde. Divulgação para o consumidor ir dia tal, hora tal, com seus comprovantes de compra? Como você controla que o picolé foi comprado naquele PDV? Porque aí o dono da padoca não vai gostar, certo?

Eu pensei aqui que talvez uma boa solução fosse fazer a ação, ao invés de ser ao consumidor final, ser para o PDV. Explico: tira a promotora e o balcão e, a cada X produtos comprados (pela padoca), ou a cada % de incremento no pedido do mês anterior, o PDV ganha X baldinhos + material de divulgação para a ação. E a própria padoca implementa a promoção.

Mudança de briefing sem mudar os objetivos, suponho.

O que você faria?

Se alguém souber mais informações dessa promoção, por favor... comments.

Planejando para o bem

Já faz um tempo que muita gente comentou, comemorou e elogiou (aqui e aqui) a criação do Planning for Good , um grupo de planejadores que se juntaram para usar suas habilidades planejamentísticas para o bem, ou seja, para criarem estratégias criativas para causas de interesse público.

Para participar basta entrar na comunidade Planning for Good no Facebook. Me cadastrei lá há algum tempo mas confesso que não tive tempo de bisbilhotar as discussões com maior atenção... De qualquer forma, fiquei pensando outro dia que os planejadores brasileiros (de marketing promocional ou não) podem contribuir em muitas coisas para as soluções de problemas locais.

Portanto farei um proposta para a Robi, que volta e meia escreve a coluna Desafio Hipotético. Robi, que tal se os próximos desafios forem ligados à problemas referente ao bem comum? Assim testamos nossa capacidade de resolvê-los e, se aparecerem boas idéias, vai que surge a partir daqui uma versão brasileira do Planning for Good?

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Desafio Hipotético 11, a Resposta

Ah, Pequeno Gafanhoto, a resposta é simples, muito simples. Veja o comentário do Beto, aí no post de baixo. Um moço muito perspicaz esse Beto :)

Pense no seguinte: quando você vai comprar uma coisa - qualquer coisa -, você procura primeiro na internet? E até muitas vezes não compra pela internet mesmo? E não é só você: todos os meses, são feitas cerca de 8 bilhões de buscas na internet*. 85% dos usuários encontram o que precisam em sites de busca*. 60% dos internautas clicam nos 3 primeiros resultados da busca*. 80% nem vão para a segunda página*.

Percebeu a importância, para uma empresa, de aparecer no topo dos sites de busca? Todo mundo quer estar na posição da faixa vermelha aqui de baixo:

Existem, inclusive, muitas e muitas empresas dedicadas somente a, através de meios legais, proporcionar o serviço de "subida" de nome nas listas de busca. Uma parte cada vez mais gorda da verba de mídia on-line é investida nesse serviço.

Então, Pequeno Gafanhoto, o que temos que perguntar é: por que, mesmo sem fazer ações de comunicação, o Google não tem exposição irrelevante? Porque a marca se propôs a organizar toda a informação do mundo. Parece megalomaníaco. E é. Só que eles estão cumprindo sua parte da promessa. E a todo momento aparecem com uma nova ferramenta, novidades rolando por todos os lados, formas inusitadas de inserir seus serviços no nosso dia-a-dia... acabam criando novos hábitos. Quantas vezes por dia você abre o Google, o Gmail, o Orkut, o You Tube...?

Não é difícil entender. Tanto que as 3 marcas que se colocaram em segundo, terceiro e quarto lugares na lista já entenderam como funciona. E, é claro, não apenas elas. A lição do Google para todos os nossos jobs é: ganha quem tiver relevância no dia-a-dia do consumidor. Se você conseguir fazer seu consumidor obter uma experiência relevante para sua vida através de seu produto, é mais um degrau rumo ao topo. Nem que, pra isso, você se utilize das ferramentas do Google, por que não?

* Fontes: Forrester Research, TrademarkSEO e Search Engine Marketing Professionals Organization (Sempo)

Desafio Hipotético 11

Imagine que você é a iluminada Pequena Buda* e acaba de receber um e-mail de um de seus pequenos gafanhotos perguntando:

"Pequena Buda, se o Google não vende nada e não faz nenhuma ação de comunicação, como pode ter ficado, pela segunda vez, no topo da lista de marcas mais valiosas do mundo (aqui)? E não só isso, os caras, em 2006, estavam em sétimo lugar na lista já, com valor estimado em US$ 37,4 bilhões; um ano depois, já estavam em primeiro lugar; e, neste ano, ainda aumentaram em 30% o valor estimado, agora são US$ 86 bilhões. E veja só: os outros 3 primeiros lugares foram para Eletrodomésticos GE, Microsoft e Coca-Cola. Saí perguntando para meus amigos publicitários e, como eu, vários deles já fizeram muitos jobs pra essas 3 marcas, mas nadica de nada para o Google. Mesmo se a gente considerar os concorrentes diretos de cada uma dessas 4 marcas. Como isso pode ser possível?"

O que você responderia?


*A Pequena Buda nasceu entre as reuniões de Gerentes e a maravilhosa salinha do Planejamento Criativo do Banco de Eventos. Fez tanto sucesso que, hoje, tem uma coluna fixa em um dos meus blogs pessoais.
Mas, por ter vivido tanto tempo em agência, aceitou imediatamente e sem dificuldade esse freela aqui para responder às perguntas que têm aparecido com mais frequência nos e-mails que recebemos de nossos leitores promo planners.
Se quiser consultar o Oráculo da Pequena Buda, fique à vontade. Ela está sempre pronta para iluminar os power points que são nossas vidas. E se não souber a resposta, mente. Mas com convicção, que é pra enganar Cliente.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Desafio Hipotético 10

Falei no post abaixo de storytelling, por isso, vamos a um desafio hipotético: em meio aos muitos jobs que estão no seu follow, pegue aquele mais tosco de todos. Tipo aquele em que o cliente precisa se livrar do estoque de tanques de lavar roupa e pede pra agência criar uma promoção comprou-ganhou no Dia das Mães. Comprou um tanque, ganhou 5 lindos pregadores.

Achou? O mais tosco de todos? Muito bem. Pois se esse seu cliente aí, ao invés de pedir isso que o Atendimento escreveu antes do "vamos conversar?", te desse carta branca, como você resolveria esse job? Como criaria engajamento? Que história você contaria para envolver o seu consumidor?

sexta-feira, 14 de março de 2008

Desafio Hipotético 9 - Parte 2, a Resposta

Como eu disse ao lançar o Desafio, não há uma resposta certa. Porque não há regra. Não há Lei. O que existe é Bom Senso, Oportunidade, Planejamento e Criatividade.

Oportunidade: existe um artista plástico que faz esculturas usando palitos de fósforo. Minha agência atende a Pequenos Palitos S.A. O bom senso me diz para verificar quanto de interesse essa exposição criaria. E esse artista, ele faz esculturas em palito de fósforo por quê? Sim, porque ele pode sair divulgando que é um trabalho-protesto que ele começou a fazer depois que foi torturado na Guerra do Vietnã com fósforos sendo acesos em todo o corpo. Ele pode ser do Movimento dos Admiradores das FARCs. Quem quer esse cara vinculado à sua marca?

Planejamento: se a oportunidade se mostrou boa realmente, é claro que entramos no momento mais “depende” de todos. Depende da relação da sua agência com a Pequenos Palitos, depende do posicionamento dela, depende de seu público, de muitas coisas. Mas no Desafio, consideramos que o bom senso perscrutou tudo isso e deu OK. Agora, como aproveitar essa oportunidade para gerar business para nosso cliente – e nossa agência? O ideal é contratar o artista para fazer uma escultura exclusiva, usando os palitos da Pequenos Palitos, inserí-la em uma exposição do cara e sair com esse evento pelas praças-chave gerando ações em paralelo, com abordagens de divulgação e a produção de uma série limitada de caixinhas decoradas pelo artista.

Tudo vale a pena quando a verba não é pequena. Mas a Pequenos Palitos, você sabe: é pobrinha. De marré de si.

Criatividade: a criatividade existe porque existem problemas. Diante de um problema, você tem que se virar pra resolver. Esse “se virar” é a parte em que você tem que ser criativo. Não existe Planejamento sem Criatividade porque não existe Planejamento se não houver um problema.

Algumas pessoas que responderam ao Desafio disseram que fariam o trabalho assim mesmo (A). E ponto. Mas um chefe fica mais impressionado se você gerar negócios pra ele, então a A é furada.

Por isso, alguns responderam A+B. Aqui, você dá prioridade ao seu cliente mas, se ele não bancar, você leva o projeto pro concorrente dele, que é maior. Perigoso. Não é errado. Mas como não estamos entrando nas particularidades do nosso cliente fake, vamos só considerar que há riscos, mas é uma resposta OK.

Quem escolheu a alternativa C pisou em gelo fino. Sim, os jobs do follow-up têm prioridade. Mas oportunidades bem aproveitadas valem muitos pontos. Se você está lotado de jobs, join the club. Imagine eu chegando no cliente e dizendo “olha, esse briefing que você passou, pedindo uma promoção, na verdade se desdobraria lindamente com um evento, um incentivo e também teria uma continuidade pro semestre que vem mas, sabe o que é? Tô lotado de job”. É a mesma coisa.

Dos que responderam, ninguém considerou consultar o Atendimento (D). Tenho pra mim que isso se dá porque ou é o Atendimento quem faz o Planejamento ou o Planejamento sempre, SEMPRE, tem mais referências, até sobre os próprios clientes. Em Promoção, o Atendimento é, cada vez mais, delivery de jobs. Sem estratégia. E com poucas exceções.

Me espantaram as respostas n.d.a. (E), que é a que eu, pessoalmente, marcaria. Porque não vieram. O único que assinalou n.d.a. foi o Marcos, que é Cliente! E justificou muito dentro do que eu queria falar com este Desafio: é fácil, muito fácil, querer conquistar um cliente maior. É difícil, muito difícil, manter qualquer cliente hoje em dia, com demanda em quantidade e qualidade (nem sempre, mas) cada vez maiores.

Se você acha o apartamento dos seus sonhos e lá tem um piso roxo-defunto na cozinha, você desiste da compra? Não, você dá um jeito. Pinta, taca um paviflex, economiza e troca o piso, pinta o resto de pink e põe um globo de espelhos no teto, sei lá. Você dá um jeito. Então seja criativo para manter seu emprego e, se você atende a um cliente que fabrica palitos de fósforo e está diante de um artista que faz esculturas de palito de fósforo, adeqüe um a outro: faça um site que disponibilize as imagens (foto e vídeo) e crie promoções virtuais com prêmios que sejam objetos decorados pelo artista, por exemplo. Ponha um concurso cultural em que as pessoas mandem as fotos de suas próprias esculturas e faça uma exposição itinerante das vencedoras.

Esse post nasceu de um job real, que acabei de fazer. Não era pra um fabricantes de palito e nem envolvia um artista que trabalha com esse material. A idéia foi levada, sob meus protestos e anti-eticamente, para dois clientes concorrentes, um da casa e pobrinho; e um prospect, ricão. O pobrinho adorou a solução que criamos e comprou o projeto. Vendeu internamente e conseguiu mais verba. O ricão, pra sorte nossa, não respondeu até hoje. Parece que a idéia está parada na gaveta do chefe do chefe do cara que trabalha no departamento do contato que é primo do tio da amiga da Gerente de Produto Junior.

Desafio Hipotético 9

Já aconteceu com todo mundo: você está ali cuidando da sua vida, fazendo seu job tranqüilamente, ou dando aquela enrolada, pensando no que vai pedir pra padoca trazer, quando PÁ! Dá de cara com uma boa idéia.

Por exemplo: você descobre que tem um artista plástico que faz esculturas com palitos de fósforo. E sua agência tem, entre os clientes, a Pequenos Palitos S.A.

Você já vislumbra uma ação de oportunidade: "podemos trazer o cara pra expôr aqui"; "podemos contratá-lo para fazer uma escultura com os palitos de fósforo da Pequenos Palitos S.A.". Uuuuh, beleza. Mas... aaaaah, a Pequenos Palitos nunca tem verba. É um cliente pobrinho. Limpinho, mas pobre de marré de si!

O que você faz?

A) você faz um pré-projeto e manda pro seu chefe. Você sabe que a Pequenos Palitos nunca vai bancar, mas seu chefe vai ver que você é antenado e também pensa nos negócios da agência.

B) você prepara o projeto para a Grandes Palitos e sugere a seu chefe para que a agência use seu projeto para prospectar esse cliente: tem mais poder de fogo e, portanto, vai render mais.

C) você deixa a oportunidade pra lá, afinal de contas, como bem disse o Alexandre Gama, citado no post do Luciano, "no marketing, temos que aprender a perder algumas boas oportunidades" e você tá lotado de jobs pra fazer pra daqui dois dias.

D) você checa com o Atendimento da conta da Pequenos Palitos pra saber se vale a pena e/ou se ele não acha que prospectar a Grandes Palitos é mais vantajoso e eficiente.

E) n.d.a.

Pense com calma. Não há resposta certa. Mas daqui a pouco venho aqui e posto minha opinião, ok?

Se quiser, dê a sua nos comments ou pelo e-mail do blog. Aproveito e incluo tudo no próximo post.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Resultado do Desafio (nada) Hipotético 8

Me contaram outro dia como o dono de uma grande agência justificou que não é necessário ter um departamento de planejamento em uma agência de promoção: "se você consegue sair de casa e chegar aqui no trabalho, você sabe fazer planejamento". Anotei o nome da agência para nunca bater à porta dele.

É muito fácil achar que o senso comum basta para acertar na mosca em todas as ações promocionais. Mas não tem que ter estratégia? Não tem que ter nenhuma análise? Só bom senso mesmo? Ah tá.

Aí aparece um grupo de promotores da Red Bull fazendo sampling enquanto os bombeiros procuravam corpos na cratera do Metrô. Aí aparece a TAM e faz um evento festivo nem 20 dias depois do maior acidente aéreo da história do nosso país – com o detalhe mórbido de ter o mesmo número de convidados quanto eram o de mortos.

Hã... bom... essas pessoas conseguem sair de casa todos os dias e chegar em seus trabalhos. Tanto chegam que criam – e aprovam e executam – ações assim. Mas não parece a você que lhes falta bom senso?

E aí aparece uma notícia-bomba nos principais sites afirmando que um asteróide está em rota de colisão com a Terra, cria pânico e uma imagem negativa à campanha de um grande sucesso de vendas em potencial.

Ou, como no último dia 29 de fevereiro, aparece a cashtomato.com achando que seria uma grande idéia distribuir dinheiro no meio da rua (divulgação / resultado)

Então é mais do que ter bom senso e muita criatividade. É ter objetivo e estratégia. E ter alguém para parar, pensar sobre aquilo e direcionar tanta criatividade para além do bom senso: em direção aos resultados.

Pra quê adequação? Pra quê ir contra o que o cliente quer? Para citar outro dono de agência, porque "comunicação não é o que você diz, mas, sim, o que os outros entendem." Por isso, "no marketing, temos que aprender a perder algumas boas oportunidades".

Também anotei o nome dele: Alexandre Gama. Um dia bato à porta dele com meu curriculum debaixo do braço.


Como prometido no Desafio (nada) Hipotético 8, está aqui publicado o texto do Luciano Pinto, que foi o que achei mais bacana entre os que recebi até ontem às 23h59.
Super obrigado a todos os que participaram. Vou acabar usando idéias de vocês e, claro, sempre darei crédito, pó dexá ;)
E... Valeu, Luciano! Parabéns!

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Desafio (nada) Hipotético 8

O Promo Planners não completou o quarto mês de atividade ainda e já conta com uma média de 1.000 acessos/mês.

Eeeeeeeeeeeeeeh


Claro que, em momento Xuxa, gostaria de, em nome dos Promo Planners, agradecer a vocês que entram no PP com freqüência, que deixam comments, que mandam e-mails, que recomendam aos amigos e inimigos, que leêm e curtem o trabalho que estamos fazendo aqui.
: )

Mas, mais do que isso, hoje deixo um "Desafio Hipotético Não-Hipotético": se você fosse convidado a escrever um post para o Promo Planners, sobre o que escreveria? Como seria seu post?

Pois fica o desafio: escreva seu post e mande para mim até 04 de março.

O mais bacana será postado aqui com, é claro, os devidos créditos.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Desafio Hipotético 7


Como moro em um apartamento de 2 quartos, um deles virou escritório. E aqui tenho o que chamo de "parede de redator". A tal parede, já famosa, na verdade, hoje, são três. Três paredes cheias de frases com que gosto de me ver cercada.

Para todas as situações tem uma frase que deixa tudo melhor explicado, exemplificado, contundente ou mesmo piegas, já que é bom enfiar o pé na jaca da breguice de vez em quando. Se joga: a única pessoa realmente livre é aquela que não tem medo do ridículo (Veríssimo). Ah ah ah. Viu?

Por exemplo, outro dia fui fazer uma entrevista e o cara me pediu para definir que tipo de profissional eu sou, em apenas uma frase.

Na hora, citei essa: "Quanto mais você trabalha mais sortudo se torna".

Agradei.
: )

Mas, agora, li as paredes todas e notei que tem uma mesma frase escrita duas vezes, em lugares diferentes, sem que eu tivesse percebido antes. Talvez eu devesse ter citado ela: "Tudo é uma questão de perspectiva".

E você? Se precisasse definir o tipo de profissional que é, lançaria mão de qual frase?

sábado, 24 de novembro de 2007

Desafio Hipotético 6

Na conferência do GP tivemos um bloco diferente: 5 convidados de áreas díspares subiram ao palco, um por vez, na sequência, para fazer mini-palestras de 5 minutos sobre um assunto que quisessem falar e achassem relevante ali naquele contexto.

Tivemos a Gal Barradas, Diretora de Atendimento da F/Nazca S&S, falando sobre o futuro da profissão; Orlando Leitão, publicitário e músico, falando sobre viola caipira (não entendi a relevância mas, afinal de contas, a intenção não era oxigenar o cérebro? Então pronto, taí a relevância); Margareth Goldenberg, Diretora do Instituto Ayrton Senna, falando sobre a situação da Educação em nosso país; Luiz Minoru, Diretor do Yankee Group para AL, falando sobre telecom; e Rita Almeida, Sócia-Diretora da Cor, falando sobre como nós, planners, devemos dividir nossa capacidade com outras cabeças e mudar - a gente é nosso maior cliente.

Fiquei pensando e jogo a pergunta para você oxigenar seu cérebro também: se você fosse um dos convidados a dar uma mini-palestra na Conferência do GP, sobre o que você falaria?

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

desafio hipotético 5

Seguindo os posts temáticos inventados pela Roberta, e inspirado pelo último post, tenho um desafio para os leitores desse blog:

Qual o manifesto do Promo Planners?

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Desafio Hipotético 4

Em tempos de Batman, não se lança filme sem uma ação de ativação por trás. Agora imagine que você tivesse recebido o job para fazer as ações de buzz para o filme O Passado, que é muito ruim. E dramático... mas, por outro lado, escrito em cima do livro de mesmo nome...

O que você faria?

Uma promoção on-line para achar pistas deixadas pela primeira mulher do personagem do Gael Garcia Bernal por Buenos Aires, cidade em que se passa a trama, premiando os vencedores com pacotes de viagem?

Ações de abordagem que façam a pessoa lembrar de coisas do passado? Álbuns de foto interativos? Livros abandonados em locais estratégicos?

É de se pensar com cuidado. Mas buzz é buzz e é sempre divertido. Bons pensamentos!

domingo, 28 de outubro de 2007

desafio hipotético 3

No post abaixo, falei sobre a campanha da Bullet para o Caboré 2007.

Os outros indicados para o Caboré de Agências de Serviços Especializados este ano são a Box 1824 e a TV1.

Imagine que, entre os candidatos, está a sua agência.

Como você faria a sua campanha para bater essas 3 e levar o Caboré pra casa (do seu chefe)?

Taí um job "desafiador" - e não por causa da verba.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

desafio hipotético 2

Estava eu lendo o blog da Soninha, quando ela cita, no final de "um post de trans-anteontem", um seminário do Denatran de que participou, falando sobre Jovens e o Trânsito.

Em determinado momento, ela se refere àquela campanha australiana que deu o que falar recentemente - e está dando resultado no país: a do dedo mindinho. Clique abaixo para assistir:

E aí fiquei pensando que essa campanha deveria fazer sucesso pelas terras verde-amarelas também. A pergunta é: qual é a ação de ativação que você faria para levar a mensagem desse comercial a outros canais? Será que é uma boa estender para consumo responsável? Uuuuuuh, job divertido. Enjoy!

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

desafio hipotético

Se você tivesse recebido o briefing da Procter & Gamble, que, em março desse ano, pediu para suas agências construírem marcas sem o uso da mídia tradicional, reforçando a necessidade de novas formas de aproximação com o consumidor, o que você faria? O que bolaria? Que tipo de ações? É um desafio interessante, que já faz a lombriguinha do planner que há dentro de você começar a rodar as engrenagens cerebrais.

A agência Espalhe, cada vez mais atraindo inveja, admiração e clientes, bolou essa para Ariel: promotores com a roupa lambuzada de molho de tomate em plena Festa de San Gennaro + guardanapos nas barraquinhas salientando (e complementando) que Ariel remove até manchas secas.

E aí? O que você faria para que sua agência apresentasse uma ação tão boa quanto essa - ou melhor?