A Red Bull já construiu e consolidou sua marca com filminhos non-sense de animação tosca e patrocinando atividades radicais, malucas e perigosas.
A maioria dos clientes ficaria com medo de ver um atleta ou doido desses se esborrachar com a sua marca no peito. É preciso ter coragem para construir uma marca forte, com personalidade e que te possibilita vender uma latinha de refrigerante 5 vezes mais cara que a maioria dos concorrentes.
Todo esse blá, blá, blá foi só para justificar esse vídeo.
Tudo bem que Red Bull te dá asas, mas esse cara exagerou.
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quinta-feira, 7 de agosto de 2008
quinta-feira, 3 de julho de 2008
F1 + Cinema
Fórmula 1 e cinema são dois grandes espetáculos. Envolvem muito dinheiro, mega-produções, equipamentos de última geracão, despertam o interesse de milhões de fãs e são palcos perfeitos para acões promocionais criativas e bem humoradas.
A primeira casadinha F1/Cinema que eu me recordo é essa de 2005 em Mônaco envolvendo a Red Bull (que a globo insiste em chamar de RBR) e o filme Star Wars. Uma pintura especial no carro e os personagens do filme circulando pelos pits.

No ano seguinte, para divulgar Superman, a mesma Red Bull vestiu seus pilotos de herói. Engraçado, divertido, eficiente e cheio de sorte. David Coulthard chegou em 3º e subiu ao pódio de capa vermelha e tudo.

Para este fim de semana, a Toyota pintou parte de seus carros com imagens do novo Filme do Batman.

Para completar o circo, o Batmóvel ainda deus umas voltas pelo lendário templo de Silverstone onde outro herói, Ayrton Senna, reinou absoluto.

Para quem me conhece, eu não fiquei louco. Continuo achando o Piquet o melhor piloto brasileiro de todos os tempos, mas na terra da rainha, tenho que dar o barço a torcer: só deu Senna.
A primeira casadinha F1/Cinema que eu me recordo é essa de 2005 em Mônaco envolvendo a Red Bull (que a globo insiste em chamar de RBR) e o filme Star Wars. Uma pintura especial no carro e os personagens do filme circulando pelos pits.

No ano seguinte, para divulgar Superman, a mesma Red Bull vestiu seus pilotos de herói. Engraçado, divertido, eficiente e cheio de sorte. David Coulthard chegou em 3º e subiu ao pódio de capa vermelha e tudo.

Para este fim de semana, a Toyota pintou parte de seus carros com imagens do novo Filme do Batman.

Para completar o circo, o Batmóvel ainda deus umas voltas pelo lendário templo de Silverstone onde outro herói, Ayrton Senna, reinou absoluto.

Para quem me conhece, eu não fiquei louco. Continuo achando o Piquet o melhor piloto brasileiro de todos os tempos, mas na terra da rainha, tenho que dar o barço a torcer: só deu Senna.
quarta-feira, 5 de março de 2008
Resultado do Desafio (nada) Hipotético 8
Me contaram outro dia como o dono de uma grande agência justificou que não é necessário ter um departamento de planejamento em uma agência de promoção: "se você consegue sair de casa e chegar aqui no trabalho, você sabe fazer planejamento". Anotei o nome da agência para nunca bater à porta dele.É muito fácil achar que o senso comum basta para acertar na mosca em todas as ações promocionais. Mas não tem que ter estratégia? Não tem que ter nenhuma análise? Só bom senso mesmo? Ah tá.
Aí aparece um grupo de promotores da Red Bull fazendo sampling enquanto os bombeiros procuravam corpos na cratera do Metrô. Aí aparece a TAM e faz um evento festivo nem 20 dias depois do maior acidente aéreo da história do nosso país – com o detalhe mórbido de ter o mesmo número de convidados quanto eram o de mortos.
Hã... bom... essas pessoas conseguem sair de casa todos os dias e chegar em seus trabalhos. Tanto chegam que criam – e aprovam e executam – ações assim. Mas não parece a você que lhes falta bom senso?
E aí aparece uma notícia-bomba nos principais sites afirmando que um asteróide está em rota de colisão com a Terra, cria pânico e uma imagem negativa à campanha de um grande sucesso de vendas em potencial.
Ou, como no último dia 29 de fevereiro, aparece a cashtomato.com achando que seria uma grande idéia distribuir dinheiro no meio da rua (divulgação / resultado)
Então é mais do que ter bom senso e muita criatividade. É ter objetivo e estratégia. E ter alguém para parar, pensar sobre aquilo e direcionar tanta criatividade para além do bom senso: em direção aos resultados.
Pra quê adequação? Pra quê ir contra o que o cliente quer? Para citar outro dono de agência, porque "comunicação não é o que você diz, mas, sim, o que os outros entendem." Por isso, "no marketing, temos que aprender a perder algumas boas oportunidades".
Também anotei o nome dele: Alexandre Gama. Um dia bato à porta dele com meu curriculum debaixo do braço.
Como prometido no Desafio (nada) Hipotético 8, está aqui publicado o texto do Luciano Pinto, que foi o que achei mais bacana entre os que recebi até ontem às 23h59.
Super obrigado a todos os que participaram. Vou acabar usando idéias de vocês e, claro, sempre darei crédito, pó dexá ;)
E... Valeu, Luciano! Parabéns!
por
Roberta Carusi
às
12:42
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