Mostrando postagens com marcador planning for good. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador planning for good. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

A última dos japoneses

Todo mundo já deve ter ouvido alguma crítica relacionada aos problemas de obesidade e sedentarismo provocados pelo abuso de games e aparelhos eletrônicos, principalmente por parte de crianças. E todo mundo está cansado de saber que os japoneses são fissurados em tecnologia e gadgets.

Com o objetivo de estimular as crianças a praticarem atividades físicas sem deixar de lado sua paixão pelos games, foi lançado no final de julho no Japão o Jinsei Game Puchi, um "pedometer-based game" (ou jogo movido a passos). Parece que estou falando japonês? Pois bem, trata-se do velho Jogo da Vida no formato Tamagochi, e a grande sacada da traquitana é que ela funciona apenas quando a pessoa está em movimento.

A cada 300 passos a roleta gira e você pode fazer um movimento. É impossível jogar parado, sentado no sofá. Ou seja, você arruma emprego, tem filhos, compra um carro e vive sua "vida" enquanto anda (em sua vida real). Só podia ser coisa dos japoneses...



Parece bobeira, mas essa bugiganga reflete uma tendência latente em todo o globo (não os biscoitos, o planeta): a busca pela saudabilidade, mesmo que apenas aparente. E caso o negócio de seu cliente seja influenciado por essa tendência, seria legal ter isso em mente quando for planejar uma campanha ou promoção. Acho que foi justamente isso que a Coca-Cola fez em sua atual promoção, "Corda na Rua". Apesar de não acreditar que "pular corda" seja um tema realmente relevante no Brasil, gostei bastante da idéia do Coke Player, um MP3 com contador de pulos, mecanismo muito semelhante ao do Jinsei Game Puchi.

Nós, como planejadores, temos o poder de propor ações que estimulem a prática esportiva e tragam benefícios para a saúde das pessoas. Planning for good.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Planejando para o bem

Já faz um tempo que muita gente comentou, comemorou e elogiou (aqui e aqui) a criação do Planning for Good , um grupo de planejadores que se juntaram para usar suas habilidades planejamentísticas para o bem, ou seja, para criarem estratégias criativas para causas de interesse público.

Para participar basta entrar na comunidade Planning for Good no Facebook. Me cadastrei lá há algum tempo mas confesso que não tive tempo de bisbilhotar as discussões com maior atenção... De qualquer forma, fiquei pensando outro dia que os planejadores brasileiros (de marketing promocional ou não) podem contribuir em muitas coisas para as soluções de problemas locais.

Portanto farei um proposta para a Robi, que volta e meia escreve a coluna Desafio Hipotético. Robi, que tal se os próximos desafios forem ligados à problemas referente ao bem comum? Assim testamos nossa capacidade de resolvê-los e, se aparecerem boas idéias, vai que surge a partir daqui uma versão brasileira do Planning for Good?