terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Love Letter




Eu gosto de arte e de publicidade. Nos raros momentos em que as duas coisas se encontram eu gosto muito.
O projeto Love Letter do artista Stephen Powers mostra uma série de murais, outdoors, empenas (ainda usa se esses termos?) com mensagens de amor grafitadas. Nos lugares onde você está acostumado a ver uma propaganda, lê as mensagens do artista e muitas se assemelham a propagandas antigas.
Não é o caso, mas em terras de cidade limpa, consumidor entediado com formatos padrões, você consegue perceber o potencial de uma marca se associar a um artista?

Abs, Filipe

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Essa idéia vale a pena encapar

Ontem à noite estávamos conversando aqui na agência sobre conteúdo de marca ("branded content", para os mais deslumbrados) e os reflexos dessa prática cada vez mais frequente no cenário da comunicação.

Hoje, propaganda coxinha de 30 segundos virou piada (e das sem graça). Quando vejo os intervalos comerciais da televisão brasileira - salvo raras exceções - sinto aquela incômoda vergonha alheia. Apesar de já ser um discurso já velho e desgastado, a maioria do mercado ainda trabalha sob as velhas lógicas da comunicação unilateral.

- Obviamente existe uma questão mais ampla a ser discutida, como efetividade em comunicação de massa para diferentes perfis de público (simplicidade, repetição de velhas fórmulas, jingles melosos, GRP, alcance, etc.), mas meu julgamento é o de um profissional de propaganda que busca "nivelar por cima", e não "por baixo" -

Mas por que eu estou falando isso se o Promo Planners é um blog de planejamento promocional? Bem, o Promo Planners é, antes de tudo, um blog de planejadores feito para planejadores. E hoje em dia já não faz mais sentido colocar uma linha no meio do grande círculo da comunicação.

Foi por isso que fiquei com a pulga atrás da orelha quando um redator que participava da conversa sobre conteúdo de marca me mostrou o vídeo abaixo:



Afinal, o que será isso? Um louco que realmente tem uma empresa de capas? Um viral de lançamento de algum novo produto? Uma promoção da Secretária de Turismo da Bahia?

E é justamente por causa dessas reflexões que resolvi postar no Promo Planners esse tal de Zé da Capa. Independente do que for isso, é uma idéia interessante, capaz de gerar reações diversas no público e instigar nossa curiosidade. Nenhuma marca aparece gritando "me compre" (apesar de eu achar que alguém por trás disso está querendo ser comprado). Mas o importante aqui é que é um conteúdo simples, objetivo e envolvente. Temos uma história bem contada com um personagem muito simpático. Funcionou tanto que estou aqui compartilhando com vocês.

E fica a questão: por que não começamos a pensar em estratégias promocionais seguindo a linha do conteúdo/storytelling? Uma promoção sempre precisa ter o prêmio como personagem principal?

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

MR Promoções e Eventos Busca Planner



MR Promoções e Eventos está contratando profissional de Planejamento Estratégico com experiência mínima de 4 anos na área de:
- Promoções com registro junto a Caixa Econômica Federal e SEAE (cartões de crédito)
- Promoções que não envolvam sorte: Concurso Cultural, Comprou-Ganhou, Vale Brinde, etc
- Eventos como: Inaugurações, Confraternizações, Festas de Final de Ano, Lançamento de Produto, Workshop, entre outros
- Endomarketing
- Campanha de Incentivo
- Convenções/Congressos
- Feiras/Stand
- Blitz
- Sampling
- Mobile MKT - promoções com uso de ferramenta SMS.

Achou que tem o perfil?

Mande o seu CV para patriciagianini@mrpromocoes.com.br

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Promo Pérola



Iniciando a nossa coluna em 2010 com uma excelente história.

Um planner iniciando um freela para determinada agência começa a pedir informações para o atendimento da conta.

Planner: "Então fulana, estou te ligando porque eu preciso de mais informações para poder começar o planejamento do projeto"

Atendimento: "Eu entendo, mas essas foram as únicas informações que o cliente me mandou."

Planner: "Mas aqui não tem nada. Eu preciso saber, no mínimo, qual é o posicionamento do produto."

Atendimento: "Ah, isso eu sei!"

Planner: "Qual é?"

Atendimento: "Ele fica no corredor de shampoos, do lado da gôndola de L'oréal."


As Promo Pérolas são diálogos e acontecimentos flagrados nas agências, que fazem com que o dia valha a pena... e o salário, não.
Nomes e algumas referências serão alteradas para proteger os inocentes e os empregos.
Para colaborar, mande a sua promo pérola para o e-mail promoplanners@gmail.com (mas tem que ser verdadeira, senão não tem graça).

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

100 Single Ladies

O vídeo mais parodiado de 2009 no youtube, ganhou a sua versão em ativação estilo flash mob no final do ano passado.
100 Single Ladies pararam o Piccadilly Circus em Londres. Ação do chiclete Trident promovendo o show da cantora/dançarina Beyoncé.



No Brasil, esse tipo de flash mobs patrocinados por marcas não pegaram muito. Lá fora, a exemplo dos de T-Mobile viraram hits e virais na net.

Bom, melhor essa versão com as 100 lindas single ladies londrinas do que a versão brazuca abaixo. Vergonha alheia!



Abs, Filipe

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Não basta por o ovo, tem que cacarejar

O problema não é novo. Milhares de pessoas espalhadas pelo mundo e que gostariam de sair do trabalho e dar uma esticadinha depois do trabalho com os amigos no boteco mais próximo ou, quem sabe até, uma escapadinha para uma balada, sem que o seu parceiro saiba disso.

Afinal de contas, para que gerar o stress, não é? O que o olho não vê, o coração não sente, não é assim que diz o ditado?

A solução também não é nova. Uma espécie de cabine telefônica é colocada dentro de um bar. Todo seu interior é à prova de sons e dentro o usuário pode atender o telefone celular sem que a namorada/noiva/esposa saiba onde ele está.

Para dar ainda mais um tom de veracidade, uma máquina simula diversos sons ambientes para você fingir que está no aeroporto, no trânsito ou em qualquer lugar, menos no bar.

Isso tudo que eu acabei de descrever já existe desde 2008 em um bar de São Paulo. O nome da cabine se chama Cabine Cornofônica. O nome não é lá muito bacana, a infra-estrutura parece ser bem adaptada e se eu não me engano essa idéia nem é originalmente do Brasil.



Aí vi no Update or Die o vídeo da Del Campos S&S, agência argentina que produziu a mesma idéia para a cerveja Andes - O Teletransporter Andes.



Se analisarmos o storytelling argentina, é claro que vamos achar a ação inovadora! Não tem como não se envolver com o vídeo criado para apresentar o case.

Quando comparamos uma com a outra e analisarmos nome, execução, apresentação da idéia, conceito e o storytelling, a ação argentina põe a nossa no chinelo.

E aí chegamos ao ponto desse post. Em diversos momentos temos idéias que vão para o campo e que são muito bacanas, mas que por algum motivo não foi explorada em seu máximo potencial ou então não foi divulgado pela sua agência.

O início do ano é a hora de estabelecer metas. Se você gostaria de ganhar um prêmio ou até mesmo ver o seu job aparecer aqui, no Update ou em qualquer outro lugar, batalhe. Analise os resultados, crie um documento que mostre o quão legal é a ação que você e a agência que você trabalha desenvolveu.

Finalizando como o título do post sugere: No mercado publicitário e de promoção, não basta por o ovo, tem que cacarejar.

Mais uma de gosto duvidoso



Os hotéis Holliday Inn de Manchester e Londres criaram os Aquecedores Humanos de Cama.
Lógico que é desagradável deitar em uma cama gelada no inverno.
Mas acho ainda mais desagradável ter dois promotores deitados por cinco minutos antes de você dormir para esquentar seus lençóis.
Pelo menos a ação tá gerando um buzz em vários blogs e sites como esse: http://www.buzzfeed.com/ashleytalong/human-bed-warmers-hpz/

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Eu, eu mesmo, inédito e exclusivo

Por mais que tentemos fugir, inevitavelmente em algum job vão pedir para você criar um brinde diferenciado, inédito e barato. Ou então, quando a verba é um pouco maior, vão lhe pedir um presente que transmita todo o conceito da marca e também que crie um envolvimento emocional entre o presenteado e a marca.

Esse assunto não é novo. O Neto inclusive fez um post sobre isso em 2008 e mostrou o seu ponto de vista no NCPM.

E nesse post ele acabou falando sobre objetos de desejos. E sempre que pegamos um job desses acabamos procurando na internet alguma coisa diferente, inédita e que dê características de exclusividade para aquela marca.

Navegando por aí e recebendo indicações de amigos, acabei encontrando algumas coisas bacanas que achei legal compartilhar com vocês.

O primeiro deles é o Caio Morel, um cara que tem um estúdio de modelagem aqui em SP e que cria bonecos sob encomenda. O produto não é barato, mas ter um boneco 100% exclusivo do Mr. Richards do Rolling Stones tem o seu preço, não é?


O segundo é o pessoal da .marcamaria que criou o conceito do Mini-mi. Inspirados no segundo filme do Austin Powers, quando o Dr. Evil cria uma versão em miniatura de si mesmo, aqui você pode comprar uma versão de você mesmo, mas com um palmo de altura e na versão boneco.


E você? Conhece alguma coisa inusitada que virou um objeto de desejo para você? Se sim, manda para cá que a gente quer conhecer mais coisas bacanas como essa.

E tenho dito!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Gosto duvidoso



Mas eu adoraria que fosse verdade. Odeio pombas.

Não dê banana aos macacos

Para aquecer os músculos cerebrais e voltar a escrever por aqui com mais frequência, nada como uma boa tirinha do Dilbert para animar a manhã de segunda-feira:


O mundo da publicidade está cheio de "WDGs", pessoas que ajudariam mais se não tentassem contribuir. E é papel do planejador, como o profissional que integra as áreas durante o desenvolvimento dos projetos, detectar esses profissionais para evitar desvios de percurso ou desgastes desnecessários.

Para isso, precisamos conhecer muito bem as habilidades de cada profissional da agência para definir quais são as pessoas mais indicadas para contribuir em cada uma das partes do projeto. Esse discernimento é vital para chegar no todo que melhor atende as necessidades do cliente.

Quer uma prova de que essa constatação é real? Peça para duas equipes separadas dentro de sua agência responderem a um mesmo briefing. Eu duvido que em alguma agência teremos resultados iguais. Talvez nem mesmo parecidos.

Então na próxima vez que estiver em uma reunião de briefing, não pense apenas no tripé marca-consumidor-comunicação. Reflita sobre as pessoas que formarão a equipe de trabalho e como cada uma delas vai contribuir para o grupo chegar ao resultado mais assertivo.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Transformando o trânsito em uma slot machine

Ainda fico impressionado com o uso de uma ferramenta já desgastada, mas que usada com a idéia certa se transforma em uma ação genial.

O Grand Cassino de Madrid queria criar uma campanha que gerasse grande repercussão e aumentasse o fluxo de pessoas no seu estabelecimento, principalmente na área das slot machines, aquelas máquinas eletrônicas que fizeram muito sucesso nos bingos aqui do Brasil e que ainda existem em alguns botecos espalhados pelo país.

Criaram painéis imitando a tela das slot machines e fizeram três espaços furados. Por esses espaços você pode ver cada uma das 3 pistas da avenida abaixo do viaduto. A pessoa que conseguisse fotografar três carros iguais e mandassem um MMS para o número promocional ganharia 80 mil euros.



A idéia é simples e gera resultados. Foram enviados mais de 5 mil MMS (claro que nem todos premiados), o fluxo de pessoas no cassino aumentou em 10% e o número de pessoas que usaram as slot machines 16%. Sem contar toda a mídia expontânea gerada pela peça.

Muito bom começar a semana com uma idéia genial dessas, não acha?

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

As tecnologias e as promoções



Quando comecei a me interessar e participar de promoções tudo era muito diferente do que é hoje.

Via na cozinha de casa, minha mãe recortando embalagens para juntar todas, inserir todos em um envelope, ir até os correios, envelopar e mandar a carta para a Caixa Postal da promoção.

Vi também muitas vezes meu pai indo ao posto em que ele sempre abastecia preencher os cupons com seus dados e depositar numa urna.

E claro que nem me passava pela cabeça qual era o caminho daqueles cupons do posto até aquela pilha enorme de cupons na televisão.

Trabalhando do lado de cá das promoções, hoje sei bem que a responsabilidade é da agência de recolher e colocar novas urnas nos PDVs assim como toda a legislação que protege o consumidor com relação à promoções.

Mas sei também o quanto a internet e as novas tecnologias facilitam a participação de consumidores.

Veja por exemplo as promoções de cartão de crédito: Basta você entrar no site, se cadastrar uma única vez e começar a usar o cartão. A cada X reais em compras ele automaticamente cria um novo cupom para você com seus dados impressos sem você nem perceber.

Ou então retirar um cupom de uma embalagem e através do SMS já cadastrar o cupom com seus dados em uma promoção. Quer coisa mais fácil que essa?

Fato é que as últimas tecnologias vieram para facilitar ainda mais a participação do consumidor e reduzir os custos de promoção para as agências e clientes.

Por outro lado, tudo é quase tão fácil que as pessoas começam a não ver a promoção acontecendo. Tudo fica intangível para o consumidor. Ele não vê o cupom, ele não vê a urna, não vê a carta, não vê nada. E se ele não vê nada e na grande maioria das vezes não ganha nada, passa a desacreditar na ferramenta de promoção.

Tenho participado de algumas pesquisas de promoção ultimamente e tenho visto esse tipo de comentário mais frequente: "Ah, mas será que sortearam mesmo? Eu não vi nenhum sorteio, não vi a cara do ganhador... Todos os meus amigos participaram e ninguém conhece alguém que já ganhou uma promoção dessas."

É por isso que, muitas vezes, víamos os sorteios acontecendo na televisão. Existia uma fase final de campanha que era feita para comunicar o dia do sorteio. Dessa maneira, as pessoas poderiam ver e atestar a veracidade da promoção. Muitas delas, inclusive, faziam a entrega da premiação também na TV.

Hoje, com os cortes de custos, vemos cada vez menos sorteios acontecendo na TV.

Quando não há a possibilidade de fazer o sorteio em uma inserção na televisão aberta, a realização do sorteio via streaming ou postando o vídeo no hotsite da promoção é uma saída para gerar mais credibilidade e idoneidade para sua promoção.

E sempre que você tiver um cliente disposto a fazer uma grande promoção, sugira realizar o sorteio na TV e depois apresentar os ganhadores. É sempre uma maneira interessante de tangibilizar a promoção já que a tecnologia intangibiliza.

E tenho dito!

PS: Obrigado ao Bruno Scartozzoni pela dica do post

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Pop-up store nas alturas

Não sei se todos sabem, mas os EUA estão reconstruindo o WTC desde 2007. As fundações já estão todas feitas e agora começaram a erguer os andares da única torre que terá 124m a mais do que as duas antigas.

Com centenas de operários trabalhando na construção, todos tinham que subir e descer os andares em seus horários de almoço em busca de algo para comer.

Tinham, porque agora não precisam mais. Pensando nisso, a Subway enxergou isso como uma oportunidade e construiu um container que tem toda a infra-estrutura de um restaurante da cadeia para atender aqueles que trabalham nas obras, com os mesmos preços praticados.



Dessa maneira, todos os trabalhadores podem aproveitar mais seu tempo para descansar e não precisam sair da construção para comer algo.

Para a Subway, é mais um ponto de venda sem concorrência, um alto ponto de visibilidade para marca, uma associação da marca com o orgulho norte-americano além de gerar grande PR.

Genial!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Eu queria esse presente de Natal

Quem não gostaria de receber um presente desse de Natal?



A agência holandesa Selmore se aproveitou do dia seguinte ao Natal, onde todas as caixas são colocadas do lado de fora das casas para simular que algumas pessoas ganharam um Mini Cooper e anunciar as pequenas parcelas mensais na caixa, claro.



A ação é simples, impactante e genial. Nada melhor para começar o ano de 2010 com uma ressaca dessas de Natal.




segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Quando a oportunidade não chega



Sabe quando você vê algo tão legal e enxerga a oportunidade de fazer uma ação diferente, mas nunca chega o momento, o cliente certo, o briefing desafiador? Pois é... eu adoraria ter feito uma ação com o Edgar Mueller antes de todo mundo e ainda ficava me perguntando: Como ainda nenhuma marca usou o cara? Ele é tão viral que até sua tia repassou a arte dele para você em um daqueles ppts animados.
Não achei em nenhum lugar referência dizendo que ele foi bancado pela
20th Century Fox na obra intitulada (ahã) Ice Age, mas quem se importa!? A marca está ali na arte do cara e melhor ainda, agora está também no Guinness Book.

Vejam o making of da obra.


Parabéns!
Abraços, Filipe

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Ação de promo com conceito amarrado do começo ao fim

Não é de hoje que vemos agências de propaganda arrasando em ações promocionais. É só ver os resultados dos Promo Lions e perceber que tem muita gente mandando muito bem em ações inovadoras e que não necessariamente são filmes ou impressos.

Esse ano inclusive, no Ampro Globes Awards que é um dos prêmios mais importantes do mercado promocional, a b\ferraz dividiu o prêmio de agência do ano com a JWT.

Por que eu estou falando isso?

Hoje à tarde fui almoçar e no cruzamento da 9 de Julho estavam os famosos distribuidores do Metro fazendo mais uma das diversas distribuições de sampling que vemos todos os dias em São Paulo.

Apesar de ser na hora do almoço, o que não é comum entre eles, fui lá e peguei o meu exemplar. E a primeira coisa que me deparei foi com o tamanho do Jornal que tinha diminuido para o tamanho de um guia como os que recebemos na Folha.



Junto com esse mini jornal, veio um Mini Listerine. Novo lançamento da J&J. Um tamanho mais portátil do que aquele enxaguante bucal que temos sempre nas nossas pias de casa.

Analisando o conteúdo do Mini Metro vi que todas as matérias estavam relacionados com alguma coisa Mini. Minissaias, Cabelos Curtos, Bolsas Pequenas, Toy Art, Miniflores, Minipetiscos, design em miniatura, minijóias e uma matéria sobre os 50 anos do MINI Cooper.

Tudo atrelado ao conceito do lançamento da mini embalagem de Listerine.

Além disso, na página central do Mini Guia, uma promoção que dá um MINI Cooper como prêmio.

É só acessar o www.vademinilisterine.com.br, se cadastrar que você ganha um miniponto. Cada um equivale a um cupom para o sorteio do carro.



E para ganhar mais você tem que indicar amigos para a promo ou responder a uma pergunta por dia que também relatam sobre mini assuntos do nosso dia a dia. A pergunta de hoje, por exemplo, é sobre a aparição mais curta em um filme e que foi premiada com um Oscar.

Tudo amarrado, tudo com conteúdo pertinente e tudo muito atrativo para gerar envolvimento do produto, da marca com o target. Parabéns para a JWT e parabéns para a J&J.

domingo, 8 de novembro de 2009

O Advergrose e as mídias alternativas

Ah... as mídias alternativas! O ruim das mídias alternativas é que depois de usadas, elas deixam de ser alternativas e passam a ser obsoletas. Aí, então, você tem que achar alguma outra mais criativa, mais bizarra, mais inovadora, enfim, que faça o público se interessar e fazer o tal do boca a boca pela sua marca. E aí surgem coisas como o advergrose (que eu apelidei assim - e tomei a liberdade para tal - por falta de categoria que se enquadre).
O que é o advergrose? São ações usando insetos ou qualquer outra coisa nojenta para divulgar uma marca, produto, serviço, etc. Os nojentinhos já estão presentes nas ações de marketing há algum tempo, como mostra o vídeo abaixo, ação para divulgar o pisante da Zoo York, usando simpáticas baratenhas. Reparem como não são baratas comuns, elas foram devidamente marcadas com o símbolo da marca.



E já que o seu logo possui uma mosca como símbolo, porque não usar as simpáticas em divulgação? Durante a Feira do Livro de Frankfurt, a editora Eichborn atraiu pessoas para o seu stand usando um flybanner, ou seja, moscas que possuiam banners amarrados/ colados em seus corpos.




Retirado do ótimo http://bcultural.com.br/blog/
Em nenhuma das ações foi declarado maus tratos aos animais.
Estou aguardando as ações de advershit, adverpi, adverfart para completar a categoria.

Abs,
Filipe

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Pixel Solidário e Criativo

Há algum tempo o Promo Planners aderiu à campanha Pixel Solidário, doando um post para a GRAAC.

Agora, alguns meses depois, a campanha foi premiada com um bronze no El Ojo de Iberoamerica, um dos mais renomados festivais publicitários da América Latina. Fico feliz em ver boas idéias (não-fantasmagóricas) que geram benefícios sociais alcançarem reconhecimento. Fatos assim reforçam a publicidade responsável - considerando o impacto de nosso trabalho na sociedade.

Vejam abaixo o vídeo-case da campanha:



Bonus Track:


PromoPlanners fazendo uma aparição relâmpago no vídeo-case. :)

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Booom!



Da Leo Burnett, Frankfurt

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Cannes 2009 (com lag de 4 meses)

Como algum de vocês devem ter visto aqui no Promo Planners, fiz uma cobertura do festival de Cannes pelo blog da Aktuell. Há alguns meses eu repassei o conteúdo absorvido por lá para meus colegas e para os clientes da agência, mas só agora a apresentação está disponível para quem quiser ver. E por isso mesmo compartilho com vocês.

Não sei se a coisa vai ficar muito clara, pois grande parte do conteúdo foi transmitido no speech. A apresentação foi apenas um suporte. Mas dá para "pescar" alguns pensamentos e a linha de raciocínio. No final, os cases premiados de promo, design e marketing direto. E caso alguém queira se aprofundar em algum ponto, entre em contato.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Brasileiros - o time do contra



Nós brasileiros somos um povo muito invejoso. Acho que essa culpa católica que nos é imposta desde os tempos do Cabral e esse sentimento de país de 3º mundo sempre fez a gente achar que aqueles que vivem acima da linha do equador sejam muito melhores na publicidade do que nós tupiniquins.

A “elite” brasileira então é aquela que só admira produções internacionais, que vai à Broadway assistir qualquer peça e é incapaz de ir ao cinema assistir um filme nacional. Que acha o Obama o máximo e vive falando mal do Lula.

No mundo das produções publicitárias isso não é diferente. Todo ano Cannes se enche de inscrições de todo o mundo e ficamos ansiosos para ver os projetos que levarão o leão para casa. A cada case premiado fazemos um raio-x da ação e admiramos a ousadia, a inovação, o storytelling, os filmes, as ações de BTL, a repercussão, os resultados... enfim, tudo!

Agora quando a campanha é brasileira os comentários mudam de figura: é fantasma, é chupado, é fake, é ruim, é de mau-gosto, e o ó. Basta alguma agência, cliente ou pessoa se tornar foco do holofote brasileiro para que todos que estão olhando comecem a atacar com ovos, tomates e o que mais puder para desmerecer o destaque ou não dar o devido crédito.

A TV brasileira quando dá destaque a uma situação inusitada em seus telejornais, ao invés de dar crédito a quem proporcionou, não fala a marca porque não quer promover uma empresa a não ser que ela pague para isso. Sempre vemos: “A empresa líder no segmento de refrigerantes” ou “Uma empresa aérea brasileira”.

O contrário não é verdadeiro. Basta uma notícia negativa sobre a empresa para já falarem em alto e bom som para todos e nos mais diversos meios “A queda do avião da TAM”.

E desse jeito ficamos aqui em terras tupiniquins imaginando como poderíamos realizar cases tão bacanas como aqueles que acontecem fora do Brasil.

Aí eu me pergunto: E os cases internacionais também não podem ser fantasmas? Será que os virais também tinham a turma do torce contra para destruir a história?

Será que quando o case O melhor emprego do mundo começou alguém foi “alertar” a todos nos blogs, twitters e outros meios digitais dizendo que aquela história era uma CAMPANHA DE MARKETING para promover o turismo em Queensland?

Será que a SEGA e a Wieden Kennedy de New York tiveram pessoas que se manifestavam dizendo que o case Beta-7 era uma “jogada de marketing” para promover o jogo?

Cases assim, para mim, são experiências de entretenimento. Nelas, assim como nos filmes, séries e novelas você nunca gosta de quem dá o Spoiller porque estraga o final da história. Então caro brasileiro, se você não gostou do case, ignore-o, mude de canal... ou então curta a história com aqueles que estão interessados. Mas por favor, se você sabe, não grite o final do filme. Atrapalha quem tá assistindo, ok?

sábado, 24 de outubro de 2009

Mudar hábitos é mais fácil se for divertido

Lembra do filme BIG (quero ser grande) com o Tom Hanks com uns 20 anos? Você não quis brincar naquele piano gigante?
O vídeo abaixo virou hit.


Não tem nada invador, você já tinha visto isso, mas a VW e a DDB Sueca transformaram isso numa teoria (the fun theory), fizeram um site e criaram um padrão que pode ser explorado de diversas formas, como nesse segundo vídeo.


Além disso, no site rola um concurso cultural de novas ideias para explorar a Fun theory. Pensou em alguma?
Abs, Filipe

terça-feira, 20 de outubro de 2009

¿Adiós a quién?



dica via twitter do @neto

Agência Samurai procura planejamento



Agência Samurai procura profissional de Planejamento com experiência mínima de 3 anos na área de planejamento de BTL e que tenha no repertório:

· Experiência no planejamento de promoções e ações de trademarketing; ( leis, regulamentos, conhecimento prático da realidade de campo, PDV)
· Criatividade aliada à Visão de Negócios (além do Mercado de Comunicação, ambiente de negócios, processos, números e gestão);
· Interesse acima da média em atividades culturais e tendências de mercado;


Os interessados devem enviar currículo para Jôsy Santos - jsantos@integration.com.br

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Em algum lugar do passado

Minha avó já passou dos 90 e até pouquíssimo tempo atrás tinha lucidez suficiente para morar sozinha e dirigir um carro. Mas o tempo é implacável até com quem se cuida e, mais dia menos dia, chega a hora de pisar no breque e desacelerar.

Pois bem, ela ainda está viva e relativamente bem de saúde, mas não podendo mais viver de forma independente tivemos que tomar a dura decisão de vender seu apartamento e trazê-la para a casa de meus pais. Coisa que, diga-se de passagem, ela não concordou muito. Mas acreditem, não havia outra opção.

Por causa disso passei um dia todo dentro de seu apartamento fazendo faxina, resgatando documentos e selecionando lembranças antes que o novo dono chegasse. Dentre muitas coisas que descobri nas gavetas e armários da casa da minha avó fui surpreendido com vários brindes promocionais que ela guardava com o maior carinho. Um exemplo é esse livro de receitas, que fiz questão de fotografar para publicar aqui.

Isso me fez pensar sobre a relação das pessoas com as promoções. Até onde um brinde ou um prêmio pode fazer parte da história de vida de alguém? Os entusiastas dos anos 80 até hoje reverenciam aquela coleção de mini-garrafas de Coca-Cola. Minha avó guardava um livro de receitas do Açucar União. Qual o valor dessas coisas para uma marca? Como criar ações cujos brindes sejam mais perenes e menos descartáveis? O tempo que a pessoa guarda uma coisa dessas pode ser uma medida de sucesso?



Esse post é uma contribuição de Bruno Scartozzoni, idealizador do blog que hoje navega por outros mares.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

O poder de barganha dos clientes



Comecei a minha vida profissional numa empresa de equipamentos onde o core business era venda e locação de impressoras. Tinham agências e empresas de grande porte como cliente. Posso dizer que comecei a entrar nas mais representativas agências do mercado pelas portas dos fundos, como fornecedor.

Nessa época, um dos melhores vendedores era meu “tutor” na empresa e eu o acompanhava em quase todos os clientes. Nesse período vi todo tipo de negociação possível e imaginável. Para cada cliente, havia uma tabela apresentada, uma forma de pagamento diferente e um tipo de discurso.

De lá pra cá, acompanhei diversos tipos de negociações entre fornecedores e clientes. São descontos absurdos em tabelas que “regularizam” o mercado, contratações condicionais aos fechamentos das contas e até mesmo remunerações para o cliente, ou o famoso “por fora”. Tuuuuuuuudo para fazer o cliente se sentir feliz e satisfeito.

Nas agências não é diferente. A política de tratamento dos clientes vai muito além dos almoços em restaurantes caros e doces das reuniões. O poder de barganha dos clientes é tão grande que as agências se submetem verdadeiras barbáries. O que antes era um agrado para o cliente, onde todos os produtos daquela categoria passavam a ser comprados da empresa em questão. Hoje em dia, em muitas agências, consumir um produto do concorrente dentro da empresa ou até mesmo próximo é motivo para demissão por “Justa Causa”. E vai além! O cliente manda e desmanda na estrutura organizacional da empresa, manda contratar, mas manda também demitir, justificando um motivo esdrúxulo e forçando a barra que essa ou outra atitude é passível de “perda da conta”.

Nós funcionários (ou já que emitimos NF podemos nos considerar fornecedores?) acabamos sofrendo com isso. Em um mundo atual onde a tecnologia nos permite expor nossas vidas pessoais e profissionais através da internet, também temos que tomar muito cuidado com o que fazemos fora do nosso “ambiente de trabalho”.

As queixas sobre o trabalho, que aconteciam na mesa do bar ou no sofá de casa hoje aparecem no twitter, no blog, no Orkut, etc.

Só que esse desabafo fica registrado, um simples momento extravasado mesmo que em forma de um sussurro contido pode trazer conseqüências não tão positivas depois.

Acontece que os clientes perceberam (e nós mostramos para eles inúmeras vezes) que a internet tem um poder enorme de disseminar uma marca para o bem ou para o mal.

Dessa maneira, surgem políticas empresariais (criadas após o incômodo de uma cúpula ou por uma reclamação de um cliente) de como os contratados de determinada empresa devem proceder com relação às mídias sociais. Aqueles que não cumprirem com o estabelecido, são demitidos por “Justa Causa”.

Existem aqueles que reclamam da censura e existem aqueles que defendem as empresas.

É claro que sempre aparece a famosa “regra do bom senso”. Só que bom senso é relativo para cada pessoa. O que um considera normal, o outro pode achar um absurdo tremendo. E algo tão grave como uma demissão não pode ficar a mercê de algo tão subjetivo.

Mas até que ponto as empresas podem controlar o que publicamos em nossos blogs, twitters e orkuts da vida? E qual é a linha que separa o que é profissional do que é pessoal? Até que ponto contar um fato é denegrir a imagem de uma agência ou cliente? É censura ou não? Você concorda com a normatização de uso pela empresa que você trabalha? Você já foi repreendido? Qual a sua opinião? Cliente tem sempre razão?

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Seja a mudança que você quer ver no mundo

Como você vive, sonha, lidera?



Além da mensagem bacana, a apresentação visual é excelente. Inspiração para corações que acreditam no poder da liderança como propulsor de profundas mudanças sociais.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Repensando Campanhas de Incentivo

De todas os tipos de agências de comunicação as de marketing promocional talvez sejam aquelas que mais trabalham e conhecem o público interno, ou seja, funcionários, colaboradores ou qualquer outro nome que você queira dar para gente que recebe salário em troca de trabalho. Entre outras palavras, quase todo mundo a partir de uma certa idade.

O motivo é que volta e meia empresas de todos os portes e segmentos inventam de fazer campanhas de incentivo. A idéia é sempre dar algum tipo de premiação (viagens, carro, utensílios domésticos etc.) em troca de um esforço de aumento de resultados (venda, produtividade, etc.).

Para os planejadores de marketing promocional cabe ver quem é o público, qual é a cenoura da vez que fará com que ele se motive mais, e como amarrar a mecânica de forma a gerar o melhor resultado possível.

Nesses anos todos já vi algumas campanhas de incentivo darem muito certo e outras nem tanto, mas esse vídeo do TED dá uma bela chacoalhada em conceitos que até ontem pareciam óbvios.

Utilizando uma experiência científica como argumento, Dan Pink advoga que, para certos tipos de tarefa, premiações e bônus podem funcionar ao contrário do que prevíamos, desincentivando as pessoas.



É claro que todo mundo gosta de ganhar um dinheirinho a mais, uma viagem para a Disney ou uma TV de plasma de última geração, mas o ponto é que, sobretudo em casos onde é preciso entrega intelectual e emocional, esse tipo de incentivo pode limitar.

Dan Pink defende que é muito melhor incentivar as pessoas por meio de trabalhos que elas façam porque gostam, porque é interessante e porque importa para a sociedade. Utópico? Talvez. Mas ele mesmo rebate com exemplos como o Gooogle, que dá autonomia para que os funcionários trabalhem em projetos pessoais durante 20% do tempo. Certamente que muitos desses projetos dão em nada, mas em contrapartida alguns dos produtos mais revolucionários da empresa, a começar pelo Gmail, saíram daí.

Longe de ter a fórmula ideal, mas fico pensando se em muitos casos não cabe ao planejador de marketing promocional sugerir que uma empresa, ao invés de criar uma campanha de incentivo nos moldes tradicionais, implante outros tipos de ação.


Esse post é uma contribuição de Bruno Scartozzoni, idealizador do blog que hoje navega por outros mares.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Storytelling com paixão

Isabel Allende, autora e ativista, participou do último TED e emocionou a platéia (e a mim) com um discurso extremamente apaixonado e inspirador. Se você acha que não pode "perder" 18 minutos de sua vida vendo esse vídeo, é porque merece perder esse tempo no trânsito.



Como você pode mudar o seu mundo?