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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Homem Flutuando
Ação realizada em uma estacão Sé do metrô em São Paulo para o lançamento do café Pilão Sabor e Leveza.
Só ví o vídeo no Não Salvo, não tenho mais nenhuma informação.
Alguém sabe que agência realizou?
Apesar de pequenos defeitos no acabamento do "truque", gostei da idéia.
por
Panhoca; Bruno
às
10:59
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Pop-up store nas alturas
Não sei se todos sabem, mas os EUA estão reconstruindo o WTC desde 2007. As fundações já estão todas feitas e agora começaram a erguer os andares da única torre que terá 124m a mais do que as duas antigas.
Com centenas de operários trabalhando na construção, todos tinham que subir e descer os andares em seus horários de almoço em busca de algo para comer.
Tinham, porque agora não precisam mais. Pensando nisso, a Subway enxergou isso como uma oportunidade e construiu um container que tem toda a infra-estrutura de um restaurante da cadeia para atender aqueles que trabalham nas obras, com os mesmos preços praticados.

Dessa maneira, todos os trabalhadores podem aproveitar mais seu tempo para descansar e não precisam sair da construção para comer algo.
Para a Subway, é mais um ponto de venda sem concorrência, um alto ponto de visibilidade para marca, uma associação da marca com o orgulho norte-americano além de gerar grande PR.
Genial!
Com centenas de operários trabalhando na construção, todos tinham que subir e descer os andares em seus horários de almoço em busca de algo para comer.
Tinham, porque agora não precisam mais. Pensando nisso, a Subway enxergou isso como uma oportunidade e construiu um container que tem toda a infra-estrutura de um restaurante da cadeia para atender aqueles que trabalham nas obras, com os mesmos preços praticados.

Dessa maneira, todos os trabalhadores podem aproveitar mais seu tempo para descansar e não precisam sair da construção para comer algo.
Para a Subway, é mais um ponto de venda sem concorrência, um alto ponto de visibilidade para marca, uma associação da marca com o orgulho norte-americano além de gerar grande PR.
Genial!
por
Matheus Flandoli
às
10:29
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Eu queria esse presente de Natal
Quem não gostaria de receber um presente desse de Natal?

A agência holandesa Selmore se aproveitou do dia seguinte ao Natal, onde todas as caixas são colocadas do lado de fora das casas para simular que algumas pessoas ganharam um Mini Cooper e anunciar as pequenas parcelas mensais na caixa, claro.

A ação é simples, impactante e genial. Nada melhor para começar o ano de 2010 com uma ressaca dessas de Natal.




A agência holandesa Selmore se aproveitou do dia seguinte ao Natal, onde todas as caixas são colocadas do lado de fora das casas para simular que algumas pessoas ganharam um Mini Cooper e anunciar as pequenas parcelas mensais na caixa, claro.

A ação é simples, impactante e genial. Nada melhor para começar o ano de 2010 com uma ressaca dessas de Natal.



por
Matheus Flandoli
às
13:53
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quinta-feira, 17 de julho de 2008
Quer aparecer? Pendura um fio dental no pescoço!
Quando eu vi essa ação pela primeira vez (aqui) fiquei confuso e esbravejei: "grande merda!". Mas talvez essa minha reação tenha sido causado pelo texto do post onde vi a ação, confuso e com informações pela metade. Vejam:

"Simplesmente a agência Saatchi & Saatchi, para divulgar o fio dental Glide, colocou um porco inflável gigante numa das ruas de NY. Não tinha quem não olhasse para ele".
Eu não sei se perdi alguma aula de interpretação de texto ou coisa assim, mas o post me induziu a achar que essa era apenas mais uma ação de visibilidade sem pé nem cabeça (e nem conceito). Afinal, quem não olharia para um porco gigante no meio da rua com um fio dental pendurado no pescoço? É exatamente o mesmo princípio da melancia na cabeça...
Mas passada essa revolta inicial, olhei a imagem de uma forma diferente e descobri que na verdade essa é uma ação do caralho. O porco não está no meio da rua, mas sim em uma fresta entre dois prédios. Sim! É a representação de um pedaço de carne de porco preso entre os dentes, e a solução para esse tipo de problema estava ali, pendurada no pescoço do suíno.
Achei genial! E dá para pensar em inúmeros desdobramentos, como uma vaca entre as árvores de uma praça ou uma alface presa no meio de duas casas. O único problema é que as pessoas podem sofrer do mesmo mal que sofri: ver um porco com um fio dental pendurado no pescoço e indagar: "que merda é essa?".
De qualquer forma, é uma idéia criativamente muito boa. Resta saber se ela conseguiu transmitir a mensagem para a maioria dos transeuntes de forma clara. O que vocês acham? Conseguiu? Será que um porco é realmente a melhor referência para falar de objetos presos entre os dentes?

"Simplesmente a agência Saatchi & Saatchi, para divulgar o fio dental Glide, colocou um porco inflável gigante numa das ruas de NY. Não tinha quem não olhasse para ele".
Eu não sei se perdi alguma aula de interpretação de texto ou coisa assim, mas o post me induziu a achar que essa era apenas mais uma ação de visibilidade sem pé nem cabeça (e nem conceito). Afinal, quem não olharia para um porco gigante no meio da rua com um fio dental pendurado no pescoço? É exatamente o mesmo princípio da melancia na cabeça...
Mas passada essa revolta inicial, olhei a imagem de uma forma diferente e descobri que na verdade essa é uma ação do caralho. O porco não está no meio da rua, mas sim em uma fresta entre dois prédios. Sim! É a representação de um pedaço de carne de porco preso entre os dentes, e a solução para esse tipo de problema estava ali, pendurada no pescoço do suíno.
Achei genial! E dá para pensar em inúmeros desdobramentos, como uma vaca entre as árvores de uma praça ou uma alface presa no meio de duas casas. O único problema é que as pessoas podem sofrer do mesmo mal que sofri: ver um porco com um fio dental pendurado no pescoço e indagar: "que merda é essa?".
De qualquer forma, é uma idéia criativamente muito boa. Resta saber se ela conseguiu transmitir a mensagem para a maioria dos transeuntes de forma clara. O que vocês acham? Conseguiu? Será que um porco é realmente a melhor referência para falar de objetos presos entre os dentes?
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Gustavo Gontijo
às
08:48
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quarta-feira, 2 de julho de 2008
Uma boa noite de sono para quem?
Eu escrevi aqui sobre o problema da visibilidade pela visibilidade.
Hoje estou menos revoltado, mas ainda acredito nos princípios que deram origem ao post. E estou retomando esse assunto justamente para fazer uma análise de uma ação de visibilidade que rolou há algumas semanas atrás em Tokyo, Japão.
A ação faz parte da campanha "Boa noite de sono", da rede de hotéis ANA Crowne Plaza. Veja o vídeo abaixo e continuamos logo depois:
Alguém aí se lembrou desta conhecida ação da Adidas?
A idéia é a mesma, porém na minha opinião a relevância é bem menor no caso da ação para a rede de hotéis. Por quê?
Para começar a Adidas é uma marca mundialmente conhecida, cujo target transita entre diferentes classes sociais, faixas etárias e perfis psicográficos. Ou seja, uma ação com esse formato possui muito mais chances de impactar o público potencial (nem que seja por meio da divulgação online). Além disso o "outdoor vivo" é uma materialização do conceito "Impossible is Nothing", amplamente divulgado e conhecido, e por isso contribui para solidificar os valores da marca.
Nesses casos, onde a ação de visibilidade cumpre uma função tática dentro de um plano 360º, ótimo.
Agora, e quanto a ação para o ANA Crowne Plaza? Eu não conheço outros desdobramentos da campanha, mas acredito que essa verba poderia ser gasta de forma mais inteligente. Ao contrário do que acontece com Adidas, o público do hotel é bem mais nichado. Provavelmente estamos falando de executivos de alto poder aquisitivo, adultos ou famílias em férias. Uma ação segmentada, one-to-one, não seria mais eficaz? Ou talvez até mesmo uma promoção para ampliar o público da rede. Não posso afirmar com certeza, afinal não conheço o projeto por inteiro.
Mas independente disso, acredito que essa ação de visibilidade não deveria ter sido implementada porque na minha opinião ela está conceitualmente errada. Você venderia uma boa noite de sono colocando uma cama pendurada do lado de fora de um prédio na vertical? A não ser os lavadores de vidro fossem meu público-alvo, eu não faria isso. A ação não me vende a idéia de uma boa noite de sono, e nem ao menos projeta a experiência que eu vou vivenciar no hotel. É quase uma exibição de rapel, e só por isso as pessoas na rua pararam para ver.
Mais um caso de visibilidade pela visibilidade. Mais um anunciante que dormiu no ponto.
Hoje estou menos revoltado, mas ainda acredito nos princípios que deram origem ao post. E estou retomando esse assunto justamente para fazer uma análise de uma ação de visibilidade que rolou há algumas semanas atrás em Tokyo, Japão.
A ação faz parte da campanha "Boa noite de sono", da rede de hotéis ANA Crowne Plaza. Veja o vídeo abaixo e continuamos logo depois:
Alguém aí se lembrou desta conhecida ação da Adidas?
A idéia é a mesma, porém na minha opinião a relevância é bem menor no caso da ação para a rede de hotéis. Por quê?
Para começar a Adidas é uma marca mundialmente conhecida, cujo target transita entre diferentes classes sociais, faixas etárias e perfis psicográficos. Ou seja, uma ação com esse formato possui muito mais chances de impactar o público potencial (nem que seja por meio da divulgação online). Além disso o "outdoor vivo" é uma materialização do conceito "Impossible is Nothing", amplamente divulgado e conhecido, e por isso contribui para solidificar os valores da marca.
Nesses casos, onde a ação de visibilidade cumpre uma função tática dentro de um plano 360º, ótimo.
Agora, e quanto a ação para o ANA Crowne Plaza? Eu não conheço outros desdobramentos da campanha, mas acredito que essa verba poderia ser gasta de forma mais inteligente. Ao contrário do que acontece com Adidas, o público do hotel é bem mais nichado. Provavelmente estamos falando de executivos de alto poder aquisitivo, adultos ou famílias em férias. Uma ação segmentada, one-to-one, não seria mais eficaz? Ou talvez até mesmo uma promoção para ampliar o público da rede. Não posso afirmar com certeza, afinal não conheço o projeto por inteiro.
Mas independente disso, acredito que essa ação de visibilidade não deveria ter sido implementada porque na minha opinião ela está conceitualmente errada. Você venderia uma boa noite de sono colocando uma cama pendurada do lado de fora de um prédio na vertical? A não ser os lavadores de vidro fossem meu público-alvo, eu não faria isso. A ação não me vende a idéia de uma boa noite de sono, e nem ao menos projeta a experiência que eu vou vivenciar no hotel. É quase uma exibição de rapel, e só por isso as pessoas na rua pararam para ver.
Mais um caso de visibilidade pela visibilidade. Mais um anunciante que dormiu no ponto.
por
Gustavo Gontijo
às
09:35
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sexta-feira, 20 de junho de 2008
O tamanho dos apartamentos em New York
A aclamada loja de móveis Ikea, que revolucionou a comunicação da categoria, está abrindo uma nova loja no Brooklyn (NY) e para divulgá-la colocou na rua uma ação de visibilidade que cumpre muito bem o seu papel.
Instalaram uma grande caixa de papelão no meio de uma praça com os dizeres: "Desempacotar no dia 18 de junho". Mas o legal mesmo é o que tem dentro da caixa. Um apartamento no formato studio montado com modernos móveis da Ikea.
Enquanto a loja não abre, o público pode sentir um gostinho do que está por vir. Sweet!


Se você acha que o espaço é muito pequeno para comportar um apartamento, é porque ainda não visitou o Japão.
Instalaram uma grande caixa de papelão no meio de uma praça com os dizeres: "Desempacotar no dia 18 de junho". Mas o legal mesmo é o que tem dentro da caixa. Um apartamento no formato studio montado com modernos móveis da Ikea.
Enquanto a loja não abre, o público pode sentir um gostinho do que está por vir. Sweet!


Se você acha que o espaço é muito pequeno para comportar um apartamento, é porque ainda não visitou o Japão.
por
Gustavo Gontijo
às
11:28
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sexta-feira, 6 de junho de 2008
Visibilidade é o &$)#*$)@!
Se você trabalha em agência de marketing promocional, com certeza muito de seus briefings já solicitaram ações de visibilidade. Independente dos objetivos reais do cliente, a tal da visibilidade quase sempre está lá. E o motivo pelo qual estou escrevendo este post é justamente porque estou de saco cheio dela. Por isso não reparem no tom revoltado de minhas palavras, o que talvez me faça ser um pouco extremista.
Visibilidade não serve para nada (já comecei com o pé na porta).
Talvez para recall de marca. Nada além disso.
Nada de experiência. Nada de interação. Nada de relevância. Nada de construção de marca.
É apenas um logo em um boné. Um banner gigante pendurado em um prédio. Um dirigível voando pelos céus. Uma fonte de água patrocinada. Homens-sanduíche espalhados pela rua.
No fundo eu sei que ações de visibilidade têm sua função. Mas é que ela precisa ser meio, nunca um fim. Muitas vezes uma ação tailor made pensada cirurgicamente é bem mais eficaz do que sair gritando por aí para quem quiser ver.
Eu sei que isso não é novidade. Mas sei também que na hora da prática as pessoas parecem se esquecer. É isso. Obrigado por lerem meu manifesto contra a visibilidade pela visibilidade.
Para finalizar, uma imagem que ilustra de uma maneira divertida o que estou dizendo:

É meio viagem, mas tudo bem. Pegaram?
Visibilidade não serve para nada (já comecei com o pé na porta).
Talvez para recall de marca. Nada além disso.
Nada de experiência. Nada de interação. Nada de relevância. Nada de construção de marca.
É apenas um logo em um boné. Um banner gigante pendurado em um prédio. Um dirigível voando pelos céus. Uma fonte de água patrocinada. Homens-sanduíche espalhados pela rua.
No fundo eu sei que ações de visibilidade têm sua função. Mas é que ela precisa ser meio, nunca um fim. Muitas vezes uma ação tailor made pensada cirurgicamente é bem mais eficaz do que sair gritando por aí para quem quiser ver.
Eu sei que isso não é novidade. Mas sei também que na hora da prática as pessoas parecem se esquecer. É isso. Obrigado por lerem meu manifesto contra a visibilidade pela visibilidade.
Para finalizar, uma imagem que ilustra de uma maneira divertida o que estou dizendo:

É meio viagem, mas tudo bem. Pegaram?
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