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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Mini. 50 anos



Para comemorar os 50 anos do simpático carrinho, a BMW-Sauber estampou nos seus carros em Mônaco um singelo parabéns.
Neste domingo, com certeza, milhões de pessoas saberão que o carrinho do Mr. Bean completa meio século.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

F1 na rua


Quem passou pela Berrini em São Paulo na tarde de hoje, tomou um susto ao se deparar com uma Williams estacionada em frente ao C&C.
Era uma ação da Petrobras, que patrocina e fornece combustível para a equipe inglesa.
Segundo a matéria do UOL, a réplica tem um sensor de presença que aciona um ronco de motor quando alguém se aproxima. Para completar, promotores vestidos de mecânico abordavam os pedestres perguntando: "Você viu um F1 por aí?
Uma câmera escondida flagra a reação das pessoas e os vídeos em breve serão veículados na internet.
Ainda segundo a matéria do UOL: "Na quinta-feira, a réplica do Williams deverá estar estacionada na avenida Brigadeiro Faria Lima, próximo ao cruzamento com a Juscelino Kubitschek. No dia seguinte, ela vai para o número 1.200 da avenida Vergueiro. Entretanto, ainda não se sabe onde o “carro” estará na véspera do GP."

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Mea culpa




Não acompanho esportes, não tenho time de futebol de predileção. Somente em momentos nos quais o assunto é dominante, como em Olimpíadas e Copa do Mundo, arrisco um olho.


Assim, vendo apenas fragmentos da transmissão da Olimpíada de Beijim, duas coisas chamaram a minha atenção. A primeira delas foi a copiosidade com que nossos atletas choravam. Fosse porque perdiam, o que é compreensível, fosse porque ganhavam, o que se torna compreensível também quando sabemos da enorme pressão que esses Quixotes sofrem por carregarem o país sozinhos.

A segunda ocorrência foi o drama vivido por nossa seleção feminina de futebol naquela fatídica final contra os Estados Unidos. Com o jogo já na prorrogação, depois de um zero a zero de expor os nervos no tempo regulamentar, e a bola insistindo em não entrar, a atacante Marta se dirigiu aos céus e, em súplica, indagou “o que é que eu fiz de errado?”. Isso me comoveu. No auge de seu desespero, no lugar de um pedido, ela apenas solicitou ser informada do peso do seu pecado para merecer tão cruel castigo.


Os italianos e espanhóis, em situações semelhantes, imprecam contra Deus. O próprio Jesus não pensou duas vezes para denunciar a omissão divina com o célebre “Pai, por que me abandonaste?”. Mas Marta, não. Humilde e portadora de uma culpa sem registro, ela apenas quis saber o que tinha feito de errado. Não questionou a justiça da pena, apenas sentiu-a demasiadamente pesada, mas mesmo assim digna de uma justificativa.


Naquele momento, muito mais do que os poucos atletas vergando a nossa bandeira como um manto, Marta era o próprio Brasil. Diz o axioma que quem não deve não teme, mas nós tememos sem saber o que devemos.

Há um complexo de penitente que nos faz encarar os fracassos como merecimento. A vitória, seja em que campo de atividade for, é um acidente, um feito fortuito. Talvez por isso seja tão comemorada.


Na tomada de tempo para definição do grid de largada do GP de Cingapura de Fórmula 1, o carro do Alonso, favorito para a pole position, quebrou. O piloto saiu do carro, levantou a cabeçorra aos céus estendeu os braços e gesticulou nervosamente. O capacete impediu de se saber o que bramia, mas com certeza não era súplica. Alonso é espanhol das Astúrias.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Promoção sem prêmio.

Quem gosta um pouquinho de Fórmula1 sabe que a única peça que é de propriedade do piloto é o seu capacete. Carros, macacões, roupas, bonés e demais itens são iguais.
É o único lugar onde o piloto pode expressar sua personalidade e divulgar patrocínios pessoais. Essa introdução foi só para posicionar o valor que tem um capacete na F1.
Muitos pilotos fazem versões especiais das pinturas de seus cascos em homenagem aos seus paises de origem, à eventos especiais, e uma infinidade de eventos que merecem distinção.

Tudo isso feito por grandes designers, com resultados lindos e que sempre geram algum tipo de buzz ou divulgação.

O piloto inglês Jenson Button acaba de fazer uma promoção em seu site envolvendo seu bem mais precioso.

Os fãs podiam acessar a página do piloto e personalizar um capacete para que Button use durante o GP da Inglaterra em Silverstone nesse domingo.

E qual o prêmio?

Ter sua pintura usada pelo piloto. Mais nada. Nem o capacete você ganha.
Uma promoção onde o prêmio é o orgulho e a satisfação de ter estampado o seu design na parte mais exclusiva da indumentária do piloto. Poder dizer: eu fiz!

A promoção não é inédita, o brasileiro Tony Kanaan já fez uma vez e ainda deu o capacete ao ganhador. Com certeza outros pilotos também já o fizeram.

Não descobri quantas pessoas participaram, mas a galeria de capacetes, link abaixo, é bem divertida e britânicamente, este foi o modelo ganhador.



Para ver mais ou fazer seu capacete, mesmo que a promoção já tenha acabado, clique aqui.



Eu concordo com o Capelli, origem deste post, que este é o mais divertido.
Se o objetivo é aparecer, nada mais adequado.